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Startups são avaliadas por especialistas na SIM São Paulo





Em seu segundo ano, o pitch para startups de música e tecnologia da SIM São Paulo mostrou uma perceptível evolução do mercado tanto quanto uma amplitude de alcance e espaço, com profissionais de diversos estados presentes para apresentar seus projetos na feira, que já é um ponto de encontro de profissionais do mercado nacional e internacional, diante de profissionais renomados do mercado.

Na banca avaliadora, muita experiência: Mike Ajnsztajn, criador e proprietário da aceleradora ACE; Luiz Otavio Rodrigues Ferreira, advogado especializado em startups; Silvio Abrahão Laban Neto, pesquisador, professor e diretor da INSPER; Regina Pistelli, ex-CIO do Grupo ABC, Fleury e T System; Rodrigo Cartacho, CEO da Sympla; Silvio Junqueira, da ACELERARTE e José de Lorenzo Messina, CEO da Unideias.

Cada um dos 11 representantes teve cinco minutos para apresentar sua startup, e a banca verificou que algumas ainda estavam em fase de desenvolvimento e outros já em um nível avançado. As 11 startups que se apresentaram foram Ampyou, Gig, Berimbau Aparelhado – Violão Inventado, Groovelist, Harmônicas, iMedia Sources, Musicle, Lupa Música, Outlet do Músico, Real Book Brasil e Weeshing.

De Uberlândia, a Ampyou é um marketplace de serviços musicais (bandas, músicos e Djs), que oferece ao cliente, curadoria, facilidade de pagamento e segurança ao contratar. Berimbau Aparelhado – Violão Inventado é uma dupla musical de Salvador. Groovelist é uma rede social de músicos, managers e bandas para se candidatar a festivais, shows e mercados. Harmônicas é uma plataforma online de conteúdo que através de mapeamento, interação e capacitação busca trabalhar e conectar mulheres música. O iMediaSources é um serviço projetado para otimizar buscar numa plataforma de sincronização.

Já o Lupa Música é uma startup que busca aprimorar o ecossistema da música de Minas com um cadastro de profissionais e empresas ligadas ao setor de música. O Gig é uma plataforma que permite acessar músicos de rua (e colaborar com eles) em todo o mundo. O Musicle busca transformar a casa do fã em um palco. O Real Book Brasil é um aplicativo que pretende facilitar acesso e alcance da produção instrumental brasileira em todo o mundo com mais de 500 obras e suas partituras disponibilizadas na ferramenta. A Weeshing, por fim, é uma startup que aposta na participação qualquer pessoa como investidor efetivo da contratação e venda de um show.

DICAS

“De maneira geral, faltou um pouco de ambição para vocês no sentido de dizer ‘eu quero alguma coisa’”, pontuou Laban Neto. “Para mim, faltou vocês dizerem que tipo de ajuda vocês precisam”. Outra coisa que Laban Neto observou: “Vocês também precisam, num pitch, pensar em que é a audiência de vocês. Por exemplo: ele pode ser um aficionado por música (que entende a linguagem que vocês estão usando) como pode ser um simples investidor e ele precisa entender onde ele está entrando”.

“O que achei interessante é perceber que há muita gente trabalhando em conectar músico com público ou com produtor de show, o que na realidade é conectar músico com quem vai pagar a conta dele”, observou Mike Ajnsztajn. “Não são propostas iguais, mas tangenciam essa ideia, e eu vejo uma oportunidade por ai”. Ao finalizar, Mike acrescentou: “Recomendo vocês a assistirem um vídeo manual de como fazer um pitch no blog da ACE, porque vi algumas coisas desfocadas aqui hoje”.

“Pessoalmente, fiquei muito animada com Real Book Brasil e Gig”, contou Regina Pistelli. “Achei o projeto da Ampyou bem estruturado e a Outlet do Músico é uma iniciativa que considero que vai dar certo. Não sei se o timing é curto, mas você está no caminho”, comentou. “Pensem na questão da recorrência”, sugeriu José de Lorenzo Messina. “O mínimo que seja porque a recorrência dá sustentação para o crescimento de uma startup em qualquer tipo de plataforma que seja”.

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