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Durante três dias, GPTW faz da SIM São Paulo um local melhor para todos





Em seu primeiro ano como parceiro da SIM São Paulo, o Great Place to Work administrou a programação completa da Sala Lima Barreto, no Centro Cultural São Paulo, durante os três dias da conferencia. Autoridade global no mundo do trabalho, a empresa, fundada em 1991 em São Francisco, trouxe para a SIM três temas, cada um deles desenvolvido em um dia da programação focando primeiramente nos negócios (Better for Business), nas pessoas (Better for People) e, por último, no mundo (Better for the World) sempre conectando sua relação com a música e a cultura.

Na palestra de abertura, Ruy Shiozawa, CEO da Great Place to Work Brasil, prometeu seguir “uma proposta super disruptiva” enquanto exibia em slides o trabalho da GPTW em 58 países do mundo. Junto a ele, a Education First mostrou o case elaborado no Japão sobre o papel da música na aprendizagem e desenvolvimento das pessoas. Logo na sequencia, Casimiro Netto e Daniel Casseb, também da GPTW Brasil, destacaram a importância de um ambiente de trabalho igualitário “para todos” (a sala GPTW na SIM se chamava FOR ALL) focando na explanação sobre “viés inconsciente” e a importância de cada um mudar seu modelo mental para obter melhores resultados. 

Ainda sobre a bandeira Better for Business, representantes da Budweiser, da Natura Musical, do Itaú e Mynd8 contaram sobre os projetos que cada uma das marcas aposta na área da música. Fernanda Paiva, da Natura Musical, além de falar sobre os editais da marca que patrocinam festivais e artistas, contou sobre o DATA SIM, o núcleo da SIM São Paulo de pesquisa e organização de dados e informações sobre o mercado da música no Brasil, projeto apoiado pela Natura Musical. Fatima Pissarra, da Mynd8, mostrou o case WME Awards, primeiro prêmio totalmente dedicado às mulheres da música. Encerrando esse primeiro dia.

O segundo dia FOR ALL da GPTW na SIM teve como tema Better for People, e Tey Yanagawa, da Cia de Talentos, apresentou uma série de cases de sucesso para inspirar a plateia, falando de seus diferenciais sob o tema “Gestão, Prática, Empreendedorismo e Inovação”: “As empresas irão precisar criar mais opções de carreiras para as pessoas”, observou Tey, que ainda salientou: “Períodos de descanso, de recuperação, de treinamento e de estudo devem fazer parte do nosso plano de carreira”. Ela ainda deixou um capítulo de sua explanação para falar de previdência, pois tanto as pessoas quanto as empresas “precisam pensar nisso”. Segundo Tey, no mundo autônomo da música é preciso exercitar a reflexão de como será o “nosso lifestyle, a nossa qualidade de vida quando tivermos 80, 90 anos”. 

Outro painel GPTW Better for People que acolheu um bom público foi o do tema “Música e Jovens: Um Caminho para a Inclusão”, que reuniu Murilo Muraah, da Poiesis e das Fábricas de Cultura do Estado de São Paulo, Marla Guttman, da Live Nation, e Neide Magalhães, do McDonald's. Os três contaram suas experiências sobre como a música pode incentivar o desenvolvimento do jovem dentro de uma empresa.

Após focar nos negócios no primeiro dia da SIM (Better for Business) e nas pessoas no segundo dia (Better for People), o terceiro dia da sala curada pela Great Place To Work teve como foco o mundo (Better for the World) em ações que buscam transformar o planeta em um local melhor para todos. No painel de abertura, “Música 100% Inclusiva”, a jornalista Millena Machado falou sobre sua experiência com o workshop "Empatia do Silêncio" enquanto a artista Luiza Caspary mostrou seu site 100% inclusivo, o primeiro do Brasil – indicado ao Prêmio SIM em 2017. Mais tarde, o argentino Alberto Menoni, do Google, que vive a 30 anos em São Paulo, listou uma série de exemplos de como a tecnologia já está mudando o mundo. “Precisamos conversar sobre a necessidade de absorver os processos de mudança de tecnologia para tentar reimaginar o futuro”, explicou Menoni. 

O painel seguinte trouxe o tema “Dedico a minha vida a um projeto que pode ajudar a mudar o mundo”. Participaram Wellington Mendes, que contou sua experiência com o Instituto Identidades do Brasil (ID_BR): “Nós atuamos diretamente no mercado de trabalho tentando diminuir números de desigualdade racial. Nosso foco são os RHs”, explicou. A modelo plus-size Amanda Souza falou sobre bullying e gordofobia: “Todos os eufemismos para a palavra gorda – fofinho, fortinho, grande, a lista é gigante – mascaram a questão da gordofobia, que é muito séria no Brasil”, observou. Já Marcelo Vitoriano contou sobre a Specialisterne, empresa que trabalha com formação e inclusão de pessoas com autismo no mercado de trabalho: “Temos um centro de formação e fazemos parcerias com empresas que abrem oportunidade para criarmos um projeto piloto”, explicou.  Após uma hora e meia de conversa, Eliezer Silveira Filho, da GAMES, concluiu: “Eu não sei se a gente vai conseguir vencer a homofobia, o racismo e a gordofobia, ou se sempre vamos trabalhar com paliativos para superar isso, resinificar isso, para que, numa primeira oportunidade, numa urna, isso caia por terra. Talvez, porém, a tecnologia nos ajude a mudar isso”, acredita. Conversar, expor ideias, debater, também. Em três dias, a GPTW fez da SIM um lugar melhor para todos. 

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