Lone Taxidermist

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A prática sonora de Natalie Sharp começa e termina com a interrogação do corpo, que ela descreve como um "playground para atividades criativas, seja através da decoração da pele, escultura vestível ou criação de síntese sonora com anatomia". Explorando questões sobre gênero e sexualidade, sua prática aprimora os parâmetros do ambiente ao vivo para incorporar e incentivar a participação do público.





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