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Camila Garófalo comenta sobre experimentar formatos na SIM





Por Rafaela Piccin

A SIM São Paulo é frequentada por profissionais de diversas áreas do mercado. A série Humans of SIM traz histórias de pessoas que aproveitam  o melhor da SIM para expandir os seus horizontes. Este episódio é sobre Camila Garófalo, cantora, compositora, instrumentista, produtora, comunicadora e criadora da SÊLA.

 

A personagem deste #HumansOfSIM é responsável por uma iniciativa que nasceu e se desenvolveu dentro da SIM São Paulo: a SÊLA, plataforma feita por mulheres e para mulheres no meio da música, idealizada por Camila Garófalo. Ela é dessas mulheres que põem a mão na massa e, atualmente, divide seu tempo entre ser artista com o projeto GALI, além de ser produtora cultural, redatora, apresentadora e o que mais a vida lhe permitir.

A relação da SÊLA com a SIM é muito inspiradora. Camila conta que estava na edição de 2016 da feira, no painel sobre Novos Projetos e Festivais de 2017 e, nos minutos finais, Fabiana Batistela perguntou se alguém tinha mais algo a acrescentar. “Nessa hora eu levantei a minha mão e fui falar sobre a SÊLA. O projeto existia há apenas uma semana e eu tive que falar tudo e colocá-la num lugar que ainda não existia. O Marcelo Costa, do Scream and Yell, estava cobrindo o evento para o site da SIM e no outro dia ele reportou isso na matéria, colocando a SÊLA como um produto que nasceu lá. Isso foi essencial para os próximos passos, porque nasceu com essa credibilidade da SIM”, diz. “Eu estava no lugar certo, na hora certa, sabe?”, comenta ela, sobre coincidências da vida.

Logo que surgiu, o projeto foi abraçado por muitas mulheres de lugares diferentes da música, somando experiências, vivências, vozes e forças. Poucos meses depois da SIM, em fevereiro de 2017 aconteceu a primeira edição do Festival SÊLA, que ocupou o Breve, O Lourdes e o Centro Cultural São Paulo com bate-papo sobre ser mulher na música e shows de artistas como Tiê, Tássia Reis, As Bahias e a Cozinha Mineira, LaBaq e da própria Camila, além de convidar DJs como Luana Hansen e Juli Baldi.

E a parceria entre a SIM e a SÊLA continuou no ano seguinte também. “Na SIM 2017, fizemos um novo formato: a primeira Mostra SÊLA, que foi muito importante porque somamos no palco da Casa Natura Musical artistas que estavam despontando como Letrux, Luedji Luna, Luiza Lian, Nina Oliveira, Bia Ferreira... Depois disso, rodamos com a Mostra SÊLA por Florianópolis, Curitiba, Belo Horizonte, Brasília e Goiânia”, conta.

“Enquanto todo mundo estava fazendo uma noite de selos, nós fizemos uma mostra. Então temos que o festival surgiu na SIM, a mostra surgiu na SIM, e no outro ano, em 2018, fizemos a Coletânea SÊLA, com músicas de mulheres produzidas por mulheres. E a audição da coletânea, que aconteceu na Casa Vulva, também foi dentro da programação da SIM. Por isso eu vejo muito a SIM São Paulo como um lugar para experimentar formatos”, comenta.

Quem acompanha a trajetória da SÊLA reconhece a importância da iniciativa, que tem unido e impulsionado mulheres em suas carreiras dentro da música. “A gente ganha muita força com essa união. Eu costumo dizer que a SÊLA não vende música, vende inovação dentro da música. E graças à SIM a gente teve esse respaldo e essa credibilidade”.

 

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