MINISTÉRIO DA CIDADANIA E MASTERCARD APRESENTAM

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Terapeuta da Harvard Medical School, Adam Sankowski explica que cérebros e corpos se conectam naturalmente a uma nota musical. Ele dá um exemplo: “Imagine assistir a um filme de terror sem nenhuma música. Como você saberia que está prestes a tomar um susto? Da mesma maneira, todo evento esportivo utiliza músicas para animar a multidão. A música é usada em todo o mundo para manipular o nosso humor”. O mecanismo é o mesmo quando queremos dormir melhor, ou produzir mais.

“Uma orientação básica é tentar combinar a música com o humor que você deseja ter. Em vez de ouvir a música que corresponde ao seu humor atual, tente ouvir a música que corresponde ao sentimento que você deseja ter.”

"O que me faz continuar é essa certeza de que a música vai ajudar outras pessoas"

O pop investe na maconha


Música. Bem-estar. Maconha. A combinação forma um tripé que ajudou a moldar a cultura pop ocidental desde a segunda metade do século 20.

A maconha teve um papel fundamental entre os jovens que desenharam a contracultura dos anos 1960, motivados por um desejo de criar um mundo mais justo, saudável, feliz, pacífico. Era um movimento que influenciava (e era influenciado por) bandas e artistas como The Doors, Jimi Hendrix, Sly & the Family Stone, Grateful Dead e vários outros.
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